Post: Comissão mista analisa relatório sobre crédito para empresas afetadas por tarifaço nesta quinta-feira

Comissão mista analisa relatório da MP 1379/26, que destina R$ 18,5 bilhões em crédito para empresas afetadas por tarifaço.
Comissão mista analisa relatório sobre crédito para empresas afetadas por tarifaço nesta quinta-feira
Carlos Moura/Agência Senado
À bancada, em pronunciamento, senadora Leany Lemos (PSB-DF).
A senadora Leany Lemos é a relatora da MP

A comissão mista que analisa a Medida Provisória (MP) 1379/26, que destina R$ 18,5 bilhões em linhas de crédito com juros subsidiados para exportadores e setores estratégicos da economia, se reúne nesta quinta-feira (5) para discutir o relatório da senadora Leany Lemos (PSB-DF).

O encontro está marcado para as 14 horas, no plenário 2 da ala Nilo Coelho, no Senado. A MP precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional até 18 de novembro para não perder a validade.

A deputada Nely Aquino (Pode-MG) preside a comissão, enquanto o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) ocupa a vice-presidência.

Medida Provisória e o contexto do tarifaço
A MP 1379/26, também conhecida como Plano Brasil Soberano 3, foi criada pelo Executivo em resposta ao aumento de tarifas imposto pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. O objetivo é mitigar os impactos econômicos para empresas que sofreram perdas devido a essa medida.

Do total destinado às linhas de crédito, R$ 13,5 bilhões são oriundos do Tesouro Nacional, enquanto R$ 5 bilhões são provenientes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A proposta visa apoiar não apenas as empresas afetadas pelo tarifaço, mas também exportadores que enfrentam dificuldades devido a conflitos internacionais.

Beneficiários da medida
Os setores que poderão se beneficiar das linhas de crédito incluem agricultura, pecuária, pesca e aquicultura, florestas plantadas, mineração, além das indústrias química e farmacêutica. Esses segmentos poderão utilizar os recursos para:

  • realizar investimentos produtivos;
  • adquirir máquinas e equipamentos;
  • implementar inovações tecnológicas;
  • garantir capital de giro;
  • abrir e prospectar novos mercados.

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