
A seleção argentina, atual campeã mundial, dá início à sua jornada na Copa do Mundo de 2026 nesta terça-feira (16), enfrentando a Argélia no Arrowhead Stadium, em Kansas City, às 22h (horário de Brasília). O time, liderado por Lionel Scaloni, busca superar um histórico preocupante que aflige as seleções campeãs em edições subsequentes do torneio. Desde 2002, quatro das seis seleções que chegaram ao Mundial como campeãs caíram na fase de grupos, um fato que gera apreensão entre os torcedores argentinos.
Entre os desafios enfrentados, a Argentina chega ao torneio sem Ángel Di María, que se aposentou da seleção em 2024, e com Lionel Messi retornando de uma lesão recente. A equipe, que não teve um desempenho expressivo em amistosos contra seleções de ponta nos últimos quatro anos, precisa de um bom resultado para começar a competição com o pé direito. As únicas vitórias relevantes no período foram contra o Brasil, que enfrentou dificuldades sob a gestão de seus técnicos.
Historicamente, a trajetória das seleções campeãs tem sido marcada por surpresas. Em 2002, a França, campeã em 1998, foi eliminada na fase de grupos, enquanto a Itália, tetracampeã, também sofreu uma queda precoce em 2010. A Espanha, campeã em 2010, e a Alemanha, vencedora em 2014, seguiram o mesmo caminho, sendo eliminadas em suas respectivas edições subsequentes.
A Argentina, portanto, carrega a pressão de não repetir esses padrões. O primeiro jogo contra a Argélia será crucial para estabelecer o tom da campanha. Com a transmissão ao vivo pela CazéTV no YouTube, os fãs poderão acompanhar de perto o desempenho da seleção, que busca não apenas vencer, mas também quebrar esse ciclo de infortúnios que assombra os campeões. O sucesso na estreia pode ser o primeiro passo para uma trajetória vitoriosa no torneio.



