No último dia de competições da etapa da Hungria da Copa do Mundo de ginástica artística, o Brasil brilhou ao conquistar cinco medalhas, incluindo duas de ouro. Flávia Saraiva, com uma performance excepcional na trave, e Arthur Nory, que se destacou na barra fixa, foram os grandes vencedores em Szombathely, elevando o nome do país no cenário internacional.
Além das medalhas de ouro, o Brasil também garantiu duas pratas: Flávia no solo e Rebeca Andrade na trave, além de um bronze com Lorrane Oliveira, também no solo. Com isso, a equipe brasileira fechou a competição com um total de cinco medalhas, sendo que Flávia já havia conquistado o título das barras assimétricas no dia anterior.
A ginasta carioca, de 26 anos, foi a principal estrela do evento, subindo ao pódio em três ocasiões. Na decisão da trave, Flávia e Rebeca Andrade protagonizaram uma dobradinha verde-amarela, com Flávia levando o ouro com uma nota de 13,600, enquanto Rebeca, mesmo com um leve desequilíbrio, obteve a prata com a mesma pontuação, mas com menor execução.
No solo, Flávia apresentou uma coreografia ao som das músicas “Homem com H” e “Asa Branca”, registrando 13,433, ficando apenas 0,033 atrás da americana Dulcy Caylor, que levou o ouro. Lorrane Oliveira também se destacou, completando o pódio com uma nota de 12,933.
Na categoria masculina, o Brasil teve representantes nas finais das barras paralelas e na barra fixa. Lucas Bitencourt ficou em quarto lugar nas barras paralelas, enquanto Arthur Nory fez uma apresentação impressionante na barra fixa, conquistando o primeiro lugar com uma nota de 14,133. Com essas conquistas, o Brasil reafirma sua força no cenário da ginástica artística, destacando-se em competições internacionais e preparando-se para os próximos desafios no calendário esportivo.



