A Fifa, entidade máxima do futebol mundial, anunciou a abertura de uma investigação sobre a briga que ocorreu após a final da Copa do Mundo de 2026, na qual a Espanha derrotou a Argentina por 1 a 0 na prorrogação. O incidente se deu em um momento de alta tensão, logo após a conquista do segundo título mundial pela seleção espanhola, com um gol decisivo do ponta Ferran Torres. A partida foi marcada por um clima intenso, especialmente após a expulsão do argentino Enzo Fernández, que deixou a Argentina com um jogador a menos aos 48 minutos do segundo tempo. No apito final, o meio-campista argentino Leandro Paredes se envolveu em um confronto com jogadores espanhóis, incluindo o zagueiro Eric Garcia e o meio-campista Gavi, resultando em uma briga generalizada entre as duas equipes. Os ânimos se exaltaram, e os jogadores precisaram ser separados fisicamente, com o técnico argentino, Lionel Scaloni, tentando acalmar a situação. O árbitro esloveno Slavko Vincic acabou expulsando Paredes após a confusão. A Fifa designou um promotor disciplinar e de ética para investigar o ocorrido, e novas punições podem ser aplicadas aos envolvidos. Este episódio levanta questões sobre o comportamento dos jogadores em momentos de alta pressão e a necessidade de medidas para evitar que situações semelhantes se repitam em futuras competições.




