A três dias do confronto decisivo contra a Escócia, na última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo, Carlo Ancelotti comandou um treino na manhã deste domingo (21), onde poupou sete titulares da vitória sobre o Haiti. Apenas Alisson, Lucas Paquetá e Vinicius Junior participaram da atividade, enquanto os demais jogadores ficaram em atividades regenerativas dentro do centro de treinamento Columbia Park.
Entre as ausências, destaca-se a de Raphinha, que se recupera de uma lesão no músculo posterior da coxa direita. Além dele, Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães, Douglas Santos, Casemiro, Bruno Guimarães e Matheus Cunha também não treinaram no campo. A expectativa gira em torno de Neymar, que participou do treino desde o início, integrando-se à roda de bobinho e ouvindo as orientações da comissão técnica durante os 15 minutos abertos à imprensa.
Neymar, que se recupera de uma lesão na panturrilha direita, teve seu primeiro dia de trabalho em tempo integral com os companheiros. O jogador sofreu a contusão na véspera da convocação para a Copa do Mundo, anunciada em 18 de maio. Após o jogo contra o Haiti, Ancelotti expressou otimismo quanto ao retorno do atacante para o embate contra a Escócia, previsto para quarta-feira (24).
“O Neymar vai treinar individualmente amanhã [sábado] e, depois, na segunda-feira, estará com a equipe, preparado para o jogo contra a Escócia”, afirmou o técnico italiano após a partida na Filadélfia, onde a seleção brasileira venceu os haitianos por 3 a 0.
A possível estreia de Neymar na Copa do Mundo acontece em um momento delicado para o setor ofensivo da seleção, especialmente após a lesão de Raphinha. Igor Thiago e Rayan são os favoritos para assumir a posição deixada pelo atacante do Barcelona, enquanto Endrick também é cogitado como uma opção. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) não especificou um prazo para a recuperação de Raphinha, mas informou que o jogador está em um “protocolo intensivo” de tratamento. Lesões musculares de grau 1 geralmente exigem um afastamento de pelo menos dez dias, o que, em um cenário otimista, poderia permitir o retorno do jogador de 29 anos antes do fim da competição.




