O segundo turno das eleições de 2026, realizado neste domingo (25), selou o destino político de cinco estados e do Distrito Federal, com resultados que refletem um cenário de mudanças e continuidade nas gestões estaduais. No Espírito Santo, o ex-prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini, do Republicanos, conquistou a vitória ao derrotar o atual governador Ricardo Ferraço, do MDB, obtendo 1,1 milhão de votos, o que representa 52,1% dos votos válidos. Com essa vitória, o Republicanos e o PL se consolidam como os únicos partidos a governar todos os sete estados das regiões Sul e Sudeste.
No Distrito Federal, a governadora Celina Leão, do PP, confirmou seu favoritismo e foi reeleita ao vencer o petista Leandro Grass, recebendo 887.142 votos, ou 57,2% dos votos válidos. A disputa no Tocantins teve um desfecho surpreendente, onde o deputado federal Vicentinho Júnior, do PSDB, virou o resultado do primeiro turno contra a senadora Professora Dorinha, do União. No segundo turno, Vicentinho Júnior obteve 64,5% dos votos válidos, tornando-se o novo governador do estado.
O Amazonas também teve um resultado expressivo, com o ex-governador e senador Omar Aziz, do PSD, vencendo a candidata do PL, Professora Maria do Carmo, com 61,4% dos votos. No Acre, a governadora Mailza Assis, do PP, foi reeleita com mais de 66,2% dos votos válidos, derrotando o senador Alan Rick, do Republicanos.
Na disputa mais acirrada do segundo turno, Cadu de Lula, do PT, foi eleito governador do Rio Grande do Norte, com 50,7% dos votos válidos, superando o candidato Allyson, do União, que obteve 49,2%. Esses resultados não apenas definem os novos governantes, mas também revelam um panorama político que pode influenciar as próximas eleições e a governabilidade nos estados.


