Post: Casa Branca defende Trump por questionar expulsão na Copa do Mundo

Andrew Giuliani defende Trump por questionar expulsão de árbitro na Copa do Mundo e fala sobre o crescimento do futebol nos EUA.
Casa Branca defende Trump por questionar expulsão na Copa do Mundo

Em uma recente entrevista à Folha, Andrew Giuliani, diretor da força-tarefa da Casa Branca para a Copa do Mundo, defendeu a posição de Donald Trump em relação à polêmica expulsão do árbitro brasileiro Raphael Claus. Giuliani afirmou que a administração tinha o “dever” de questionar a decisão que acabou sendo revertida, embora não tenha solicitado a retirada do árbitro da competição. Durante o torneio, Trump e o presidente da FIFA, Gianni Infantino, mantiveram contato frequente, com conversas ocorrendo “três ou quatro vezes por semana”.

Giuliani também comentou sobre a presença do presidente nos estádios, que foi limitada até a reta final do evento devido às demandas da Presidência. Ele criticou o antecessor, Joe Biden, e deixou em aberto a possibilidade de Trump aparecer antes do fim do torneio. “Ainda temos seis dias pela frente. Provavelmente veremos o presidente em algum momento antes do fim desta Copa do Mundo”, disse.

A Copa do Mundo de 2026, que está sendo realizada nos Estados Unidos, trouxe à tona debates sobre o crescimento do futebol no país. Giuliani expressou otimismo, afirmando que a competição está impulsionando o interesse pelo esporte. Ele citou a participação das torcidas, destacando momentos como os japoneses limpando os estádios e a animação dos escoceses em Boston, que, segundo ele, contribuíram significativamente para a economia local.

“Foi maravilhoso ver brasileiros e escoceses juntos em Miami, se divertindo. A paixão da torcida brasileira pelo futebol é inegável, e a presença escocesa também trouxe uma energia única”, comentou. Giuliani acredita que a Copa do Mundo pode ser um catalisador para o crescimento do futebol nos Estados Unidos, embora não tenha certeza se o esporte conseguirá superar o futebol americano em popularidade a curto prazo. “Quando conversarmos novamente, na próxima vez em que uma Copa do Mundo vier aos Estados Unidos, o futebol pode estar entre os dois esportes mais populares do país”, concluiu.

A Copa do Mundo de 1994, também realizada nos Estados Unidos, é frequentemente lembrada como um marco para o futebol no país, e Giuliani vê a edição atual como uma oportunidade para solidificar essa trajetória. O evento, que atraiu torcedores de diversas partes do mundo, tem o potencial de deixar um legado duradouro para o esporte no território americano.

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