No cenário atual do futebol brasileiro, a carência de laterais se torna cada vez mais evidente. A seleção nacional, que já foi conhecida por seus grandes nomes na posição, agora enfrenta desafios para encontrar jogadores que possam se destacar. A análise é clara: se você deseja ver seu filho vestindo a camisa da seleção em uma Copa do Mundo, a melhor aposta é que ele se torne um lateral. A trajetória para a Copa de 2030 começa cedo. Para aqueles que têm entre 15 e 16 anos, o sonho ainda pode ser alcançado. Entretanto, é preciso entender que a realidade do futebol mudou. Não adianta ser um atacante excepcional; o mercado já está saturado. O que se busca agora são laterais, e essa é uma posição que não tem recebido a devida atenção. Historicamente, o Brasil foi berço de grandes laterais. Nomes como Jorginho, Cafu, Daniel Alves e Roberto Carlos marcaram época e deixaram uma marca indelével no futebol mundial. No entanto, essa tradição parece estar se esvaindo. A seleção atual, sob o comando de Carlo Ancelotti, tem enfrentado dificuldades em encontrar jogadores que possam suprir essa necessidade. O recente chamado de Matheuzinho, um jogador que não se destacou em sua posição, levanta questões sobre a qualidade dos atletas disponíveis. A pergunta que fica é: onde estão os novos talentos? A CBF precisa intensificar a busca por laterais promissores, seja em ligas menores ou em seleções de base. O futebol brasileiro precisa de uma renovação nessa posição. Se você tem um filho que sonha em ser jogador, a mensagem é clara: a chance de entrar no radar da seleção é maior se ele optar por ser lateral. E se a preferência for por outro esporte, como o squash? Não se preocupe, o futebol também tem espaço nas Olimpíadas. O importante é que seu filho seja bípede; a oportunidade está aberta. O futuro do futebol brasileiro depende da capacidade de adaptação e inovação na formação de novos jogadores, especialmente na posição de lateral. Assim, ao invés de se preocupar com a habilidade de ataque, talvez seja hora de repensar o que significa ser um jogador de futebol no Brasil. O foco deve estar na formação de laterais competentes, que possam levar a seleção de volta ao caminho das vitórias.


