Em uma entrevista descontraída, Rayan, atacante da seleção brasileira, admitiu que não conhece os destaques da seleção japonesa, próximo adversário do Brasil na Copa do Mundo. “Rapaz! Vou dizer que não sei quem é o jogador mais perigoso dos caras”, disse o jovem de 19 anos, arrancando risadas da sala de imprensa. Para ele, a principal força da equipe asiática reside no coletivo, destacando a qualidade do time como um todo. Com a partida marcada para segunda-feira (29), Rayan terá apenas dois dias para estudar o adversário. Ele deve ser mantido como titular, já que Carlo Ancelotti, treinador da seleção, poderá repetir a escalação pela primeira vez desde que assumiu o comando. O jogador se sente confiante em sua permanência na equipe, especialmente após perceber uma evolução em seu desempenho, graças às orientações do técnico italiano. “Ele pede para a gente marcar primeiro para depois jogar. Essa parte é muito importante para quem está mais perto do gol. Assim como saiu no gol do Vini, em que eu consegui dar o bote no zagueiro da Escócia. Contra o Japão, acho que vai dar certo”, projetou Rayan. Ainda em busca de seu primeiro gol no torneio, o atacante reconhece que precisa de mais frieza nas finalizações. “O gol vai sair com naturalidade. Trabalho em prol do grupo, ajudando defensivamente e ofensivamente. Trabalho isso [frieza], sim, trabalho muito as finalizações perto e longe do gol. Quando sair, vai ser um gol especial”, afirmou. Rayan mantém contato frequente com Fernando Diniz, seu ex-treinador no Vasco, que o incentivou a acreditar em seu potencial. Diniz havia prometido ao jogador que o colocaria na seleção brasileira, uma promessa cumprida por Ancelotti, que levou Rayan para a Copa do Mundo como o mais jovem do elenco. “Diniz sempre vai ser um pai para mim”, declarou o atacante, evidenciando a importância do treinador em sua carreira. Com a expectativa de marcar seu primeiro gol na Copa, Rayan se prepara para um desafio que pode ser decisivo para sua trajetória no futebol. A partida contra o Japão promete ser um teste importante para o jovem atleta, que busca não apenas a vitória, mas também a realização de um sonho: marcar seu primeiro gol em um Mundial.




