Post: Mulher denuncia ex-marido por agressões e ameaças constantes envolvendo as filhas

violência - Mulher denuncia ex-marido por agressões e ameaças constantes, envolvendo suas filhas e buscando proteção legal.
Mulher denuncia ex-marido por agressões e ameaças constantes envolvendo as filhas

Uma mulher de 35 anos registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil na última segunda-feira (1º), denunciando seu ex-marido, de 33 anos, por violência doméstica, ameaças e violência psicológica. O casal, que se conheceu em 2009, casou-se em 2018 e tem duas filhas, atualmente com 10 e 7 anos, está separado há cerca de dois anos.

violência: cenário e impactos

Segundo a vítima, os sinais de agressividade do ex-companheiro eram evidentes já durante o namoro. Ela relatou que ele frequentemente batia em paredes, quebrava objetos e demonstrava crises de ciúmes. Após o casamento, a situação se agravou consideravelmente.

A mulher contou à polícia que sofreu diversas agressões físicas ao longo do relacionamento. Entre os episódios, ela mencionou que o homem a derrubava com rasteiras e pressionava seu pescoço com o joelho. Em outras ocasiões, teria sido enforcada com as mãos. A denúncia destaca que esses atos de violência ocorriam na presença das filhas.

O histórico de agressões foi tão intenso que a mulher precisou de acompanhamento médico devido ao medo por sua vida. Mesmo após a separação, ela continua a sofrer ameaças constantes e violência psicológica.

Ela afirmou que o ex-marido utiliza as filhas como forma de pressão emocional. Entre as ameaças, ele teria dito que pediria demissão do emprego para reduzir o valor da pensão alimentícia e que buscaria a guarda das crianças para obrigá-la a pagar pensão a ele.

De acordo com o boletim de ocorrência, as filhas permanecem sob os cuidados da mãe e visitam o pai em finais de semana alternados. Contudo, na última sexta-feira, as meninas retornaram para casa chorando e assustadas após ouvirem do pai que ele pretendia tirá-las da convivência da mãe.

A denunciante também relatou que é constantemente chamada de “louca” pelo ex-companheiro e teme que as ameaças sejam concretizadas. Diante desse cenário, ela manifestou interesse em solicitar medidas protetivas de urgência, conforme previsto na Lei Maria da Penha.

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