O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez uma aparição notável na final da Copa do Mundo, realizada no MetLife Stadium, neste domingo (19). Chegando de helicóptero, Trump foi recebido em meio a uma atmosfera festiva, embora sua chegada tenha passado despercebida por grande parte do público. Acompanhado pelo presidente da FIFA, Gianni Infantino, Trump participou da única partida do torneio que assistiu.
Ao desembarcar às 14h16 a bordo do Marine One, o presidente não revelou sua torcida, mas fez questão de elogiar o astro argentino Lionel Messi. Em entrevista à Fox Sports, Trump comentou sobre a evolução do futebol nos EUA, afirmando que, inicialmente, considerava a ideia de sediar a Copa do Mundo uma loucura. “Hoje somos um país do futebol”, declarou, refletindo sobre a transformação do esporte no país.
Quando questionado sobre sua preferência entre as seleções, Trump se esquivou, mas destacou a dificuldade de apostar contra Messi. Ele também expressou admiração por Cristiano Ronaldo, revelando que conheceu Messi recentemente e gostaria de trocar de lugar com ele por um mês, considerando a vida dos jogadores de futebol mais fácil do que a sua própria.
O presidente também fez uma menção ao lendário Pelé, recordando que assistiu ao jogador em ação quando ele atuava pelo New York Cosmos. “Esses são jogadores extraordinários”, afirmou, elogiando também o talento dos atletas franceses que competiam na partida.
Durante os primeiros minutos do jogo, a transmissão mostrou o ex-jogador brasileiro Ronaldo Fenômeno apresentando o troféu de campeão ao presidente, em um momento que simbolizou a conexão entre o esporte e a política. O troféu foi exibido em uma cerimônia que contou com a presença de celebridades como o tenista espanhol Carlos Alcaraz e a atriz sul-coreana Jung Hoyeon, conhecida por seu papel na série Round 6.
A presença de Trump na final da Copa do Mundo, além de ser um marco esportivo, também destaca o crescente interesse dos EUA pelo futebol, um esporte que vem ganhando cada vez mais espaço no coração dos americanos. Com a influência de eventos como a Copa do Mundo, o país parece estar se consolidando como um novo centro do futebol mundial.



