A Sequoia Logística e Transportes passou por uma reestruturação significativa com a destituição de Armando Marchesan Neto, seu fundador, e de Guilherme Alves Juliani do conselho de administração. Essa mudança foi articulada pela gestora Jive, que controla 90% do capital social da empresa, em conjunto com acionistas minoritários. Fontes próximas à companhia afirmam que a decisão foi motivada pela necessidade de atualizar a visão do conselho, que não se alinhava mais aos novos caminhos que a Sequoia pretende trilhar.
Com a saída dos antigos conselheiros, Eduardo Gomes Fernandes foi nomeado para o cargo, trazendo consigo uma vasta experiência como acionista e membro de conselhos em diversas empresas. Essa nova configuração é vista como um passo crucial para revitalizar a empresa, que enfrenta uma crise prolongada. O diretor-presidente, Leopoldo de Bruggen e Silva, está em contato com investidores para discutir as novas diretrizes e as oportunidades estratégicas que podem surgir a partir dessa mudança.
Os acionistas acreditam que essa reorientação pode impactar positivamente a percepção do mercado sobre a Sequoia, especialmente considerando que as ações da empresa estão avaliadas em apenas R$ 0,06, mesmo após um agrupamento de ações. Uma das propostas em discussão é a criação de uma frente financeira, que seria menos vulnerável a riscos e volatilidade, com a possibilidade de operar maquininhas de pagamentos. Embora o projeto ainda esteja em fase inicial, a companhia está avançando nas tratativas para viabilizá-lo. Essa nova estratégia pode ser a chave para reverter a situação crítica da Sequoia e reposicionar a empresa no mercado.




