A estátua da Liberdade da Havan, localizada em Natal (RN), foi alvo de vandalismo na madrugada desta terça-feira (13). Pichada com frases de teor ideológico, a ação foi registrada por câmeras de segurança e durou menos de um minuto. Luciano Hang, proprietário da rede de lojas, manifestou sua indignação e anunciou uma recompensa de R$ 10 mil para quem fornecer informações que ajudem a identificar o responsável pela pichação. Para isso, a empresa disponibilizou um canal de denúncias pelo telefone 0800 517 0051.
Em sua declaração, Hang enfatizou que “depredar o patrimônio dos outros não é manifestação, é vandalismo”. Ele criticou a atitude, ressaltando que ações desse tipo não podem ser toleradas. A Havan já registrou um boletim de ocorrência e entregou as imagens do ato à polícia. O empresário fez uma comparação com a depredação de uma estação de metrô na Avenida Paulista, argumentando que esses atos apenas promovem o caos e a desordem.
Além de oferecer a recompensa, Hang também se posicionou sobre a importância da limpeza e do respeito ao patrimônio alheio. “Enquanto uns sujam e destroem, outros precisam limpar e consertar”, afirmou, destacando que a sociedade deve se unir contra esse tipo de vandalismo. A repercussão do caso gerou debates sobre a necessidade de punições mais severas para atos de pichação, com alguns deputados tentando aproveitar a situação para propor legislações mais rigorosas.
Com o apoio de Hang, diversas cidades estão implementando mecanismos para combater pichações, refletindo uma crescente preocupação com a preservação do patrimônio público e privado. A ação em Natal é um exemplo de como a sociedade civil pode se mobilizar contra o vandalismo, promovendo um debate sobre a responsabilidade individual e coletiva na proteção do espaço urbano.




