A Di Blasi, rede de pizzarias comandada por Arnaldo Di Blasi, está em plena expansão e projeta um faturamento de R$ 120 milhões até 2026. Com 50 unidades espalhadas por 16 estados, a franquia se destaca por oferecer sabores que atendem aos paladares regionais, como pizza de filé com gorgonzola no Sul e carne de sol no Nordeste. A marca, que completa 15 anos em setembro, tem como objetivo dobrar o número de lojas nos próximos 12 meses e abrir sua primeira unidade internacional em Lisboa, no final de 2026.
O sucesso da Di Blasi é atribuído à adaptação do cardápio às preferências locais. Em Manaus, por exemplo, a pizza com tucumã é uma das opções, enquanto em Belém, o jambu, uma erva de sabor picante, faz parte da oferta. “Quando começamos a entender que o Brasil é um continente, a coisa deslanchou”, afirma Di Blasi. A maior concentração de lojas está no Rio de Janeiro, com 30 unidades, e a franquia busca expandir sua presença no Norte e Nordeste, onde há uma demanda crescente por marcas de qualidade.
Para garantir o sucesso das novas franquias, a Di Blasi exige que elas apresentem um desempenho superior à média atual, que é de R$ 160 mil mensais, com a meta de alcançar R$ 190 mil. A franquia custa R$ 350 mil, incluindo uma taxa de R$ 65 mil, e o retorno médio projetado é de 18 meses, com uma rentabilidade estimada de 15%. Os franqueados também pagam 2% de taxa de marketing e 4% de royalties, enquanto a franqueadora se responsabiliza pela implantação e treinamento.
O CEO não se preocupa com as críticas sobre os sabores oferecidos, afirmando que “pizza boa é aquela que vende”. As três opções mais populares da Di Blasi são a de filé com gorgonzola, coração de galinha e estrogonofe. A pandemia, que afetou muitos negócios, acabou impulsionando o crescimento do delivery da marca, que se tornou uma estratégia mantida até hoje. Com um olhar voltado para o futuro, a Di Blasi se posiciona como uma das principais redes de pizzarias do Brasil, focando na qualidade e na experiência do cliente.



