Na noite de quinta-feira (13), o Corinthians enfrentou o Rosario Central em um jogo tenso e equilibrado, válido pelas oitavas de final da Copa Libertadores. O resultado de 0 a 0 no Gigante de Arroyito foi considerado positivo pelos jogadores e pelo técnico Fernando Diniz, especialmente após a expulsão do volante Allan aos 35 minutos do segundo tempo. Com um a menos, a equipe alvinegra conseguiu segurar o empate e agora se prepara para a partida de volta, marcada para a próxima quinta-feira (20), no estádio de Itaquera, em São Paulo. A vitória garantirá a classificação para as quartas de final, enquanto um novo empate levará a disputa para os pênaltis.
O jogo foi marcado por uma atmosfera intensa, com o Corinthians lidando com as dificuldades administrativas do clube, que recentemente desistiu de renovar o contrato com o atacante Memphis, gerando revolta entre os torcedores. Em campo, a defesa se destacou ao neutralizar as investidas do experiente Ángel Di María, garantindo que a classificação ainda fosse uma possibilidade na próxima semana.
Durante a partida, o goleiro Hugo fez uma grave acusação de racismo, afirmando ter sido alvo de injúrias raciais por parte de torcedores. O árbitro cumpriu o protocolo antirracismo, paralisando brevemente o jogo para registrar a ocorrência.
No primeiro tempo, o Corinthians teve a melhor chance com um cabeceio de Bidu que acertou o travessão, além de um chute perigoso de Kaio César. A defesa se mostrou sólida, evitando grandes riscos, mas passou por um momento de tensão quando o árbitro de vídeo considerou um possível pênalti em uma jogada envolvendo Gabriel Paulista. No entanto, o juiz principal decidiu não marcar a penalidade.
Com a expulsão de Allan, o Corinthians enfrentou um desafio ainda maior, mas conseguiu manter a solidez defensiva. Apesar das dificuldades, o time terminou a primeira perna do confronto vivo na competição, demonstrando resiliência e determinação diante das adversidades.



