Post: Fluxo de atendimento nas unidades de saúde é definido para o período de queimadas em Rondonópolis

Rondonópolis define fluxo de atendimento nas unidades de saúde durante queimadas de 2026 para melhorar atendimento respiratório.
Fluxo de atendimento nas unidades de saúde é definido para o período de queimadas em Rondonópolis

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Rondonópolis estabeleceu um novo fluxo de atendimento nas unidades de saúde para enfrentar o período de queimadas de 2026. As medidas, que entram em vigor nesta terça-feira (21), são uma resposta ao aumento de casos de infecções respiratórias e outros problemas de saúde relacionados à má qualidade do ar.

De acordo com dados da SMS, a demanda por atendimentos respiratórios tende a crescer já em julho, com um agravamento da situação em agosto. O mês de setembro é considerado o pico do problema, exigindo um maior número de atendimentos na rede municipal, que deve se estender até o início de outubro, quando a situação começa a se normalizar.

Para otimizar o atendimento, os pacientes com sintomas leves devem se dirigir às Unidades Básicas de Saúde (UBSs), onde o acompanhamento será realizado na mesma unidade. Além disso, as Estratégias de Saúde da Família (ESFs) estarão abertas em um terceiro turno, das 18h à meia-noite, para atender tanto crianças quanto adultos.

As unidades que atenderão a essa demanda incluem as localizadas nos bairros Vila Olinda, Cidade de Deus e Itamaraty. A unidade do terceiro turno do bairro Vila Rica será transferida para o Mathias Neves, visando melhor acomodação para a população.

Se não houver melhora nos sintomas, os pacientes devem buscar a Policlínica Central, que foi designada pela SMS para atendimentos durante este período crítico. A Unidade de Pronto Atendimento Infantil (PA Infantil) e a UPA 24 horas devem ser procuradas em casos mais graves, já que são destinadas apenas a emergências.

Com essas novas diretrizes, a Secretaria de Saúde espera não apenas reduzir o uso inadequado das emergências, mas também melhorar a segurança clínica, evitar a superlotação na UPA e no PA Infantil e, consequentemente, diminuir o tempo de espera por atendimento durante este período sazonal.

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