Na manhã desta quarta-feira (1º), o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), através do Núcleo de Ações de Competência Originária Criminal (Naco Criminal), deflagrou a segunda fase da Operação Gomorra. A ação, que contou com o suporte da Polícia Civil, da Controladoria-Geral do Estado (CGE) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), visa aprofundar as investigações sobre possíveis fraudes em processos licitatórios e na execução de contratos com a administração pública.
mpmt: cenário e impactos
Durante a operação, foram realizadas diversas medidas, incluindo busca e apreensão, quebra de sigilos telemático e fiscal, afastamento de servidores públicos de suas funções e a indisponibilidade de bens de investigados, tanto de agentes públicos quanto de particulares. As diligências ocorreram em Cuiabá e Campo Verde, onde mandados foram cumpridos em residências e empresas associadas aos alvos da investigação.
Na capital, as equipes se concentraram em locais estratégicos, enquanto em Campo Verde, a ação se estendeu à Prefeitura Municipal e às residências de dois servidores públicos. As medidas cautelares foram autorizadas pela Justiça com o intuito de reunir novas evidências, aprofundar a apuração dos fatos e verificar a possível participação de agentes públicos e privados em irregularidades relacionadas a contratos administrativos e procedimentos licitatórios.
O MPMT informou que as investigações continuam em andamento e que novas informações poderão ser divulgadas à medida que os trabalhos avançam, sempre respeitando o sigilo necessário para a apuração dos fatos.




