Na emocionante partida contra o Egito, Lionel Messi teve que se esforçar mais do que o habitual para ajudar a Argentina a conquistar uma virada dramática por 3 a 2 na Copa do Mundo. O camisa 10, que é o artilheiro do torneio com 8 gols, registrou 91 toques na bola e fez cinco finalizações, incluindo um pênalti defendido pelo goleiro Mostafa Shoubir. Isso resultou em uma média de 18,2 toques para cada finalização, o que representa um aumento significativo em relação a suas performances anteriores nesta competição.
Em comparação, na partida contra Cabo Verde, onde também houve prorrogação, Messi teve 83 toques, mas conseguiu nove finalizações, com uma média de apenas 9,2 toques por chute. Curiosamente, seu jogo com menos toques foi contra a Argélia, onde, apesar de ter apenas 58 toques, ele marcou três gols.
As dificuldades enfrentadas por Messi nas oitavas de final podem ser atribuídas à forte marcação da seleção egípcia, além da mudança na formação da equipe argentina. Esta foi a primeira vez na Copa que ele jogou ao lado de Julián Álvarez desde o início, enquanto nas partidas anteriores, Lautaro Martínez era seu companheiro de ataque.
Durante o jogo, Messi teve um pênalti defendido e, logo em seguida, uma falta que acertou a trave. No segundo tempo, com a Argentina perdendo por 2 a 0, ele se deslocou para a direita, onde começou a criar as jogadas mais perigosas. O zagueiro Romero reduziu a desvantagem com um gol de cabeça, e Messi, após uma jogada individual, fez o segundo gol da Argentina, igualando o placar.
O gol da virada veio nos acréscimos, em uma jogada que não contou com a participação direta de Messi, mas que selou a vitória argentina. Após o apito final, o jogador se emocionou, expressando sua felicidade pela classificação e pela continuidade da torcida no torneio. Essa partida foi um dos maiores desafios enfrentados por Messi até agora no Mundial, mas sua determinação e habilidade brilharam em momentos cruciais.




