O Dia dos Namorados deste ano promete ser um grande impulsionador do comércio no Brasil, com a expectativa de que cerca de 114 milhões de pessoas em relacionamentos gastem em presentes para seus parceiros. Uma pesquisa realizada pela QuestionPro em parceria com o Instituto Locomotiva revelou que 91% dos brasileiros planejam desembolsar algum valor até o próximo domingo (14). Os dados mostram um aumento significativo na intenção de compra em comparação a 2025, quando apenas 69% dos entrevistados manifestaram interesse em adquirir presentes ou gastar em jantares românticos. Dentre os que pretendem presentear, 75% ainda não realizaram a compra, enquanto 16% já adquiriram algo e 9% afirmaram que não planejam gastar. Os itens mais populares para presentear incluem roupas e acessórios, mencionados por 57% dos entrevistados, seguidos por chocolates (41%), cosméticos como perfumes e maquiagens (35%), itens gourmet e café da manhã (33%), calçados (29%) e flores (23%). Além dos presentes, muitos casais estão também pensando em experiências para celebrar a data. Entre as opções, 18% mencionaram a intenção de presentear com viagens, enquanto 16% planejam oferecer serviços de relaxamento, como spas e massagens. A pesquisa também investiga se os entrevistados pretendem gastar com atividades complementares. Comer fora é a opção mais citada, com 37% das respostas, seguida por cinema, passeios ou motéis (30%) e preparar um almoço ou jantar especial em casa (16%). Os restaurantes preferidos para almoços ou jantares incluem churrascarias e restaurantes italianos, além de opções de culinária brasileira, japonesa, pizzarias e redes de fast food. Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva, destacou que o Dia dos Namorados é uma oportunidade para entender como os brasileiros equilibram desejos, orçamentos e afetos. “A data não movimenta apenas categorias de presente, mas diferentes formas de comemorar, como comer fora, preparar algo em casa ou escolher um item que combine utilidade e carinho”, afirmou. Ele também ressaltou que o consumo associado ao amor não depende apenas da renda, mas da capacidade de oferecer significado, conveniência e experiência. A pesquisa foi realizada por meio de entrevistas digitais com mil brasileiros acima de 18 anos, entre os dias 29 de abril e 6 de maio.




