O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, demonstrou irritação durante uma coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (23), ao ser questionado sobre a recente polêmica envolvendo o Samu. O assunto ganhou destaque após o governo do estado anunciar o encerramento de contratos de diversos profissionais na região metropolitana.
governo: cenário e impactos
A situação se tornou ainda mais controversa quando a administração estadual sugeriu a possibilidade de substituir o atendimento do Samu pelo Corpo de Bombeiros, uma prática já adotada em algumas cidades do interior. No entanto, dias depois, o discurso foi alterado, passando a defender uma atuação conjunta entre o Samu e os bombeiros, por meio de um termo de cooperação.
Durante a coletiva, Pivetta reconheceu que houve um erro na forma como o assunto foi tratado inicialmente, afirmando que o serviço do Samu continua em funcionamento. Ele explicou que a proposta visa agilizar o socorro, priorizando a equipe mais próxima da ocorrência. “A central direciona o atendimento conforme a disponibilidade das equipes”, disse o governador.
Quando pressionado sobre as demissões, Pivetta reagiu de maneira áspera, minimizando a situação. “Quem foi desligado? Está cheio de emprego aí, né? Eu quem demiti? Foi no meu tempo?”, disparou, evidenciando sua insatisfação com as perguntas.
Na sequência, o secretário de Estado de Saúde, Juliano Mello, esclareceu que não houve demissões, mas sim o encerramento de contratos temporários com duração de dois anos. Ele informou que 38 profissionais deixaram suas funções para ajustes de escala, garantindo que não houve prejuízo no atendimento.
Pivetta reiterou que o Samu continua em operação com o apoio dos bombeiros e que a integração entre os serviços deve reduzir o tempo de resposta em situações de emergência. A declaração do governador gerou uma forte repercussão nas redes sociais e na mídia, especialmente após a divulgação do vídeo da coletiva.
O episódio levanta questões importantes sobre a gestão dos serviços de emergência e a comunicação do governo com a população. A expectativa é que o debate sobre o tema continue, dado o impacto que as decisões administrativas têm na vida dos cidadãos.
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