Post: Filipe Barros critica fragmentação de candidaturas como tática da esquerda no Paraná

Filipe Barros critica a fragmentação de candidaturas no Paraná como estratégia da esquerda durante sabatina do Café com a Gazeta.
Filipe Barros critica fragmentação de candidaturas como tática da esquerda no Paraná

O programa Café com a Gazeta do Povo deu início, nesta segunda-feira (24), a uma série de sabatinas com candidatos ao Senado nas eleições de 2026, com o deputado federal Filipe Barros (PL) abrindo a sequência. Durante a entrevista, Barros abordou diversos temas, incluindo a fragmentação das candidaturas no Paraná, que ele atribui a uma estratégia do PT e de partidos aliados ao governo federal. Barros destacou que a divisão entre as candidaturas de direita serve para fortalecer as opções da esquerda. “É uma estratégia do PT fragmentar as candidaturas que se dizem de direita, ou são ‘sabor de direita’, para alavancar as candidaturas da esquerda”, afirmou. Ele mencionou a aliança entre PL, Novo e Podemos, contrastando-a com a articulação do PSD e MDB, que, segundo ele, fazem parte da base do governo Lula. Na disputa por uma das duas vagas ao Senado pelo Paraná, Barros se apresenta ao lado do ex-deputado Deltan Dallagnol (Novo). Ele enfatizou a importância da união entre os partidos de direita e afirmou: “Não temos que temer a estratégia da esquerda. Estamos indo ao povo para conscientizar sobre a importância da união da direita.” Outro ponto abordado foi o caso do Banco Master, onde Barros se comprometeu a reapresentar um projeto de lei que aumentaria o limite de cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) de R$ 250 mil para R$ 1 milhão por CPF, defendendo os pequenos investidores. Ele também relembrou suas denúncias contra a instituição, que foram feitas em dezembro de 2023, e expressou seu desejo de ver os responsáveis condenados. A composição do Supremo Tribunal Federal (STF) também foi tema da sabatina. Barros declarou que rejeitaria indicações de Lula caso ele vença a eleição presidencial, e defendeu o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, citando abusos de poder. Barros comentou sobre a ausência do senador Sergio Moro (PL) em um debate organizado pelo Grupo Bandeirantes, defendendo a decisão de Moro como acertada, dada a estratégia da esquerda de se unir com partidos centristas para atacar o candidato. Na área de segurança pública, Barros mencionou a presença do PCC em Paranaguá e a necessidade de ações no Congresso para enfrentar o crime organizado. Ele também falou sobre a infraestrutura ferroviária, defendendo a Nova Ferroeste como essencial para o crescimento agrícola do Paraná e criticou a lentidão do governo federal em projetos ferroviários. Além disso, Barros abordou sua evolução patrimonial, atribuindo-a à atualização do valor de um imóvel e à transferência de bens para seu nome. Ele também se comprometeu a apoiar projetos de infraestrutura, como a revisão do pedágio e o avanço do Porto Santa Helena. Ao final da sabatina, Barros sintetizou seus compromissos para um eventual mandato, destacando coragem e disposição para lutar pelo Brasil. O programa Café com a Gazeta segue promovendo entrevistas com candidatos ao Senado, com duração de 45 minutos, transmitidas ao vivo pelo canal da Gazeta do Povo no YouTube.

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