Rodri, eleito o melhor jogador da Copa do Mundo, foi fundamental para a seleção espanhola em sua trajetória rumo ao bicampeonato. O meia de 30 anos, que atua pelo Manchester City, destacou-se não apenas por sua habilidade em controlar o ritmo do jogo, mas também por sua contribuição defensiva, já que a equipe sofreu apenas um gol durante todo o torneio, na partida contra a Bélgica nas quartas de final.
Titular em todas as oito partidas da Espanha, Rodri jogou os 90 minutos em sete delas, sendo substituído apenas no final do segundo tempo na estreia contra Cabo Verde e na final contra a Argentina, após o primeiro tempo da prorrogação. Sua performance no meio-campo resultou em um impressionante recorde de 811 passes, o maior número registrado desde o início da série histórica da Opta Analyst em 1966, com uma taxa de acerto de 93,2%, completando 756 passes corretos e apenas 55 errados.
O feito é ainda mais notável considerando que Rodri completou 122 passes que quebraram linhas de marcação, sendo 76 deles no terço final do campo, o que o coloca como o jogador com maior eficiência nesses aspectos durante a competição. A maioria de seus passes ocorreu no campo adversário, especialmente na região próxima ao círculo central, demonstrando seu papel central na construção das jogadas ofensivas da Fúria.
Além de liderar a estatística de passes, Rodri também se destacou ao progredir com a bola, realizando 189 jogadas que resultaram em avanço no campo adversário, percorrendo um total de 1.955 metros. Na sequência, Aymeric Laporte e Pau Cubarsí também se destacaram, com 182 e 172 jogadas, respectivamente.
Rodri também foi o jogador que mais desarmou durante o torneio, contabilizando 26 roubadas de bola, superando os paraguaios Andrés Cubas e Juan Jo. Com um estilo de jogo que combina controle de bola e capacidade defensiva, Rodri se firmou como um dos principais jogadores da Copa do Mundo e um dos favoritos para as premiações de melhor do mundo.




