Post: Acidente aéreo no Rio de Janeiro: detalhes dos helicópteros envolvidos na colisão

Acidente aéreo no Rio de Janeiro envolve helicópteros PP-MAC e PR-DJJ; seis mortes confirmadas. Entenda os detalhes.
Acidente aéreo no Rio de Janeiro: detalhes dos helicópteros envolvidos na colisão

Um grave acidente aéreo no Rio de Janeiro resultou na colisão de dois helicópteros, que caiu em um estacionamento da BYD, localizado no Recreio dos Bandeirantes, na zona sudoeste da cidade. O incidente, que ocorreu no último domingo (14), deixou seis mortes confirmadas e gerou uma nuvem de fumaça preta devido à explosão de veículos elétricos estacionados no local. A informação foi divulgada pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), que também revelou detalhes sobre as aeronaves envolvidas.

Os helicópteros que colidiram no ar possuem as matrículas PP-MAC e PR-DJJ. De acordo com os certificados consultados, ambos estavam com a situação de “operação negada para táxi aéreo”, o que significa que eram autorizados apenas para voos privados. O helicóptero PP-MAC é um modelo JetRanger, fabricado em 1999 pela Bell Helicopter, com capacidade para quatro passageiros. Este modelo chegou ao Brasil em 2000 e, atualmente, está registrado em nome da Turfik Comércio de Frutas Ltda, que adquiriu a aeronave em 2024 por R$ 3,8 milhões.

O segundo helicóptero, matrícula PR-DJJ, pertence ao empresário Maurício da Cunha e Silva Espíndola Dias e é um modelo Écureuil, fabricado em 2012 pela Eurocopter. Com capacidade para cinco passageiros, o Écureuil foi importado em maio de 2013 e adquirido por Espíndola por R$ 8,5 milhões do empresário José Janguiê Bezerra Diniz, fundador do grupo Ser Educacional. A Força Aérea Brasileira, por meio do Cenipa, informou que investigadores do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa 3) foram acionados para realizar a investigação inicial do acidente. Durante a ação, profissionais qualificados aplicam técnicas específicas para coletar e confirmar dados, além de preservar elementos e verificar os danos causados às aeronaves. Este trágico acidente levanta questões sobre a segurança das operações aéreas e a regulamentação do uso de helicópteros para voos privados no Brasil. As investigações continuam para determinar as causas exatas da colisão e evitar que incidentes semelhantes ocorram no futuro.

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